sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

A Sustentabilidade existe?


Por Marilena Lino de Almeida Lavorato
Aproximadamente 17.600.000 resultados. Isto é o que aparece quando digitamos a palavra sustentabilidade no Google.  O fascínio pela palavra é tão grande, que corre-se o risco de banalização de seu uso nos discursos e pautas. Tudo é sustentável ou contém atributos de. 
A sustentabilidade virou sonho de consumo da humanidade e já criou pelo menos dois distintos segmentos de mercado: o Legítimo e o Pirata. E entre ambos, muitas organizações bem intencionadas que não conseguem passar das tímidas ações.

Legítimo
quando interage sem receios com a massa critica da sustentabilidade pois comprova-se a excelência nas práticas adotadas (Benchmarking), e Pirata, quando há divergência entre discurso e prática, ou ainda quando, supervaloriza suas ações.

Também definiu tipos distintos de consumidores: os céticos (os que pagam para ver e juram nunca terem visto) e os ambientalistas (dos moderados aos puristas que tentam provar a supremacia de suas visões). Também entre ambos, um monte de gente (a maioria)  em cima do muro esperando o que vai acontecer para tomar partido.  
A  grande massa ainda não entendeu muito bem as implicações do que seja a sustentabilidade na prática, mas já definiu que a quer. Resta saber se estará disposta a pagar seu preço,  e mais, se a colocará em prática quando descobrir que  a sustentabilidade é uma via de mão de dupla e com muitas interconexões. Onde as escolhas individuais afetam o todo e o inverso é verdadeiro. 
Sustentabilidade, Mito ou Realidade ? 
Para responder esta questão, temos que começar substituindo o “ou” pelo “e” da pergunta.  
A sustentabilidade é “Mito” quando vista sob o prisma literal da palavra. Nada é totalmente eterno da mesma forma. Tudo sofre transformações contínuas.  Nada é totalmente sustentável, pois a atividade humana gera impactos.  E “Realidade” quando conseguimos isolar ações pontuais que comprovam equilíbrio (social, ambiental e econômico) da relação homem - meio. Importante destacar que este “equilíbrio” não é imutável, pelo contrário, é dinâmico. E, justamente o contínuo esforço para conservá-lo, é sustentabilidade.
Outro ponto importante é a vocação natural da palavra para polêmicas e duplas interpretações. 
A sustentabilidade entendida pelo fundamento do “Trippon Botton Line”, equilíbrio entre os pilares: social, ambiental e econômico,  pode ser um ótimo ou péssimo negócio. Depende da visão e posicionamento de cada um. Poderá ser entendida como oportunidade de mercado, ou apenas, conformidade legal a ser cumprida. Como investimento ou despesa.  
E, é esta visão que fará toda a diferença no resultado final. Depende de uma escala de valores e de conhecimentos avançados sobre (ou interesse para). Depende da cultura de sustentabilidade do mercado e dos colaboradores.  Condição que não se constrói da noite para o dia, certamente.
Portanto, a sustentabilidade é um objetivo a ser perseguido diariamente, e quanto mais nos aproximamos dela, menos insustentáveis seremos.  Simples na conclusão, porém complexo na operação. 

(*) Os princípios e diretrizes da sustentabilidade determinam uma escala de valores que norteiam escolhas e fundamentam políticas e ações de pessoas, empresas e países.  
Marilena Lino de Almeida Lavorato é especialista em Gestão da Sustentabilidade, Organizadora do Benchmarking Brasil, Diretora da Mais Projetos e Presidente do Instituto MAIS
PS: HOJE É 6ª FEIRA: Toda 6ª feira no Blog do I+, vamos falar de um tema considerado relevante e/ou que tenha sido constante nas mídias sociais durante a semana. Hoje o tema é "A Sustentabilidade existe? "

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

A polemica das sacolinhas e a construção de uma nova consciência

Por Marilena Lino de Almeida Lavorato

A polêmica que se instalou a partir do dia 25 de janeiro, data que em São Paulo os supermercados deixaram de fornecer gratuitamente sacolas plásticas a base de petróleo para seus consumidores, está cumprindo um papel educador relevante.

As pessoas, motivadas por esta mudança compulsória de hábito, estão desenvolvendo um olhar mais critico e sistêmico em relação as questões socio-ambientais. Começam a entender as interconexões do ambiental com o econômico,  até porque estão sentindo no próprio bolso o preço da sacolinha reutilizável.  Certamente, alguns descobriram pela primeira vez  que tudo tem um preço; e que o meio ambiente faz parte desta conta também.

A sociedade começa a discutir quem deve pagar esta conta e se depara com divergentes pontos de vistas entre setores da economia impactados por esta mudança e que se preparam para as adequações da PNRS - Politica Nacional de Resíduos Sólidos que após 21 anos de discussão do congresso finalmente foi aprovada em 2010.

Alguns supermercados enxergaram uma oportunidade para conquistar novos clientes e passaram a dar gratuitamente sacolas reutilizáveis para seus consumidores, enquanto outros cobram.   O Procon se manifesta, a indústria do Plástico e a Associação Paulista dos Supermercados divergem totalmente em relação a questão, e o consumidor nunca recebeu tanta informação sobre sacolinhas, meio ambiente e interesses econômicos setoriais.
Mas o mais importante de tudo é que, enquanto discutimos a crise das sacolinhas, aprendemos que temos que mudar e respeitar o meio ambiente, e que esta conta pertence a todos. Isto é também construir uma nova cultura de sustentabilidade baseado em escolhas mais inteligentes e responsáveis.  

Independente da motivação,  uma nova cultura de sustentabilidade está sendo construída a partir da polêmica das sacolinhas. Viva!
Sobre as Sacolinhas plásticas nos supermercados

Desde 25/01/20120, os supermercados de São Paulo deixaram de fornecer gratuitamente sacolas plásticas à base de petróleo. Os usuários poderão recorrer às tradicionais sacolas de pano ou comprar sacolas reutilizáveis a partir de R$ 1,99. Outra opção, as sacolas de plástico biodegradável, estarão à disposição dos consumidores por R$ 0,19 (valor fixado em acordo).  Ou ainda, o consumidor poderá levar uma sacola de tecido retornável ou carrinho ou ainda utilizar caixas de papelão vazias do próprio supermercado.

Por sacola reutilizável, entende-se que são "aquelas que sejam confeccionadas com material resistente e que suportem o acondicionamento e transporte de produtos e mercadorias em geral".
Em maio do ano passado, o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab (PSD) sancionou a lei municipal que previa o banimento dos itens nos supermercados a partir de 1º de janeiro de 2012. Porém, a lei foi suspensa por meio de liminar pedida pelo Sindicato da Industria de Material Plástico. A prefeitura recorreu ao Tribunal de Justiça de São Paulo, que manteve a liminar. Houve novo recurso, desta vez ao Supremo Tribunal Federal, que ainda não foi julgado.  Fonte: www.terra.com.br

(*) Marilena Lino de Almeida Lavorato é especialista em Gestão da Sustentabilidade, Organizadora do Programa Benchmarking Brasiol, Diretora da Mais Projetos e Presidente do Comitê de Sustentabilidade do Instituto MAIS


PS: HOJE É 6ª FEIRA: Toda 6ª feira no Blog do I+, vamos falar de um tema que tenha sido bastante debatido nas mídias sociais durante a semana. Hoje o assunto é a polêmica das sacolinha plásticas.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Verde que te quero Verde

Por Marilena Lino de Almeida Lavorato



O verde é fundamental para a saude fisica e mental do ser humano e os parques se tornaram mais do que lazer para a população dos grandes centros urbanos.


Tornaram-se espaços com multiplas funções para aliviar o stress, fazer ginastica, conhecer a botânica, passear com os filhos e animais de estimação, fazer amigos, turismo, namorar, aprender e praticar cidadania. Enfim, viver com qualidade de vida.

As areas verdes são  imprescindiveis para a saude mental, emocional e fisica de uma comunidade. É nestes espaços que tomamos contato com a natureza e o melhor que existe em cada um de nós.


Neste domingo, a exemplo de milhares de pessoas, fui ao Parque Trianon e capturei imagens expressivas desta realidade.  


Pessoas de todas as idades caminhando, correndo ou simplesmente passeando pelo Parque.

Adultos e crianças, se beneficiando do espaço e recarregando suas baterias para a semana que se inicia depois de um agradavel domingo no parque.
O parque abriga árvores como o cedro e o pau-ferro - nativas da região, algumas com troncos superiores a um metro, como a sapopemba, o jequitibá-branco e o jatobá.

Temos também o tapiá-guaçú, palmito, jatobá, sapucaia, açoita-cavalo, bico-de-pato, chichá, pau-de-tucano, vinheiro e jequitibá-branco. Com um pouco mais de atenção dá para se observar micro-habitats com espécies de insetos e aves, principalmente silvestres.

É uma experiência unica, caminhar pelo parque, ter contato com espécies da Mata Atlântica e saber que ele está no coração da cidade e tão próximo da efervescencia cultural e empresarial de uma das mais famosas avenidas do mundo, a Av. Paulista.

Sobre o Parque Trianon

O Parque Trianon, um senhor com mais de 100 anos (fundado em 1892, um ano depois da abertura da Avenida Paulista), é um fragmento  remanescente da mata atlântica em plena região financeira da cidade. Tem mais de 48 mil metros quadrados de área, e é tombado pelo CONDEPHAAT e pelo CONPRESP.

O Parque além de ser a única reserva remanescente de mata atlântica da região, abriga e recebe muita arte. Tem as estátuas Fauno de Vítor Brecheret, e Aretuza de Francisco Leopoldo da Silva, fontes e Chafariz, parques infantis e uma academia ao ar livre com diversos equipamentos. 

Recebe com frequencia, grupo de turistas, apresentações musicais, grupo de caminhadas e trilhas, ONGs que atendem ao publico, etc. 

Na calçada do parque (Av. Paulista), ainda temos uma estátua do Bandeirante Anhanguera esculpida em mármore carrara pelo artista italiano Luigi Brizzolara. 

Nesta mesma calçada nos finais de semana acontece a feirinha de artesanato, e, atravessando a avenida, temos o MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand) que aos domingos abriga no vão livre, a Feira de Antiguidades.  


(*) Marilena Lino de Almeida Lavorato é especialista em Gestão da Sustentabilidade, Organizadora do Programa Benchmarking Brasiol, Diretora da Mais Projetos e Presidente do Comitê de Sustentabilidade do Instituto MAIS

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Site I+ de cara nova e com mais interatividade

Inspirado pela efervescência inovadora da cidade que nunca para, e que hoje completa 458 anos, São Paulo, o Instituto Mais lançou seu novo site, mais dinâmico, interativo e consistente.O Instituto MAIS sempre apostou na inovação para construir relacionamento com público atuante e interessado em sustentabilidade. Por isto, investe de forma contínua em novas tecnologias e novos processos para compartilhar conhecimento socioambiental aplicado.

O novo site pode ser traduzido para mais de 30 línguas, e todas as pages podem ser divulgadas nas principais mídias sociais, além da interatividade com o conteúdo do site.  Uma equipe de comunicadores e especialistas serão responsáveis pela produção dos conteúdos e pela divulgação das atividades de forma a manter sempre atualizado as informações e noticias.

E nem poderia ser de outra forma. Fruto do Programa Benchmarking Brasil, um selo de sustentabilidade que  em 2012 completa 10 anos, reconhecido pela sua independência e credibilidade. Benchmarking significa aprender com os melhores e perseguir a melhoria contínua, ano após ano, dia após dia.

O Instituto MAIS segue a risca este mandamento da qualidade e da inovação. Ao  longo de sua existência lançou novos formatos de compartilhar conhecimento socioambiental aplicado, fez escola e ditou tendências.  Agora lança o site interativo e o calendário 2012 apostando em Inteligência com Ética.

O Instituto MAIS é uma ONG plural e agregadora que tem por objetivo e missão a Construção da Cultura de Sustentabilidade junto as organizações e sociedade.  Mais informações no site www.institutomais.org

domingo, 22 de janeiro de 2012

Toda forma de vida merece respeito

Hoje, 22 de Janeiro de 2012, uma manhã cinzenta paulistana, a Avenida Paulista recebeu um grupo de ONGs, protetores independentes, amantes de animais e simpatizantes com esta causa em passeata realizada em defesa dos direitos dos animais.

Cartazes com palavras de ordem dizendo "Os animais não votam, mas nós sim", centenas de pessoas e familias de todas as faixas de idades chamaram a atenção da crueldade que é praticada contra os animais, sem niguem que os defenda.

Uma iniciativa justa e necessária, pois é muito triste concluir que em pleno século 21 a sociedade ainda adota práticas que causam dor e sofrimento aos animais. Nosso total repudio a violência e maus tratos contra os animais, e total apoio ao respeito por toda forma de vida do planeta.

NA DOR SOMOS TODOS IGUAIS

Segundo os organizadores da passeata, o protesto foi motivado pela morte do cão rottweiller Lobo, arrastado  pelas ruas de Piracicaba (SP) depois que caiu de uma camionete.

A história de Lobo comoveu as pessoas e o cachorro depois de ter a pata amputada acabou morrendo na ultima quinta feira.

O que mais causa indignidade é que Lobo não é o primeiro animal a sofrer tortura covarde sem punição. Tivemos o caso de Queimadinho, um cavalo do Rio de Janeiro que teve parte de seu corpo queimado, e tantos outros casos de sadismo e covardia que não são divulgados.

Não podemos assistir a atos de vandalismos contra os animais sem nada fazer. Leis existem e devem ser cumpridas com rigor, e aprimoradas sempre que necessário. 

OS ANIMAIS NÃO VOTAM, MAS NÓS VOTAMOS

Devemos criar punições mais severas para crimes contra os animais. Nossos representantes no legislativo devem prestar atenção aos anseios de seus eleitores.

A mobilização já começou e um grupo de pessoas revoltadas com a impunidade de tais crimes lançou um abaixo-assinado, no site Petição Pública, pedindo punições mais severas para casos de maus-tratos a animais. A Lei Lobo como está sendo chamado a
campanha já recebeu centenas de assinaturas.

É o minimo que devemos fazer. A internet e as redes sociais ajudam na articulação e discussão de atos covardes e crueis como este.

A AÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA

As ONGs, as pessoas desta passeata assim como as demais que se indignarem por atos como este não estarão de braços cruzados. Lutam de forma legítima e democrática por mudanças de comportamento que envergonham uma sociedade.

A divulgação desta indignação frente a atos crueis como este, e do abaixo assinado nas redes sociais ajudarão na construção de uma cultura de respeito a toda forma de vida.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Troféu Expressão 2011 para o Projeto Fome

Marilena Lavorato e Paulo Afonso Prado do Instituto Mais, ao lado de Rosana Perrotti, fundadora da Plataforma Sinergia e homenageada da noite.

A Plataforma Sinergia, parceira do Instituto Mais, foi homenageada na categoria Meio Ambiente pelas iniciativas de 2011, em especial do Projeto Fome que tem por objetivo utilizar novas tecnologias para o reaproveitamento de alimentos. O troféu expressão seleciona iniciativas e personalidades que mais se destacaram ao longo do ano para o justo reconhecimento e homenagem.
Na foto ao lado, Rossana Perroti ao lado do Prefeito de Guarulhos, Sebastião Almeida.

O Projeto Fome da Plataforma Sinergia conta com comitês técnicos de especialistas que atuam em conjunto e de forma sinérgica para a viabilização da iniciativa junto as lideranças publicas e privadas.
O Instituto Mais está representado neste projeto através da Presidente do Comitê de Sustentabilidade, Marilena Lavorato, especialista em gestão ambiental, responsabilidade social e sociologia. 

Foi uma noite de muito glamour e com muita alegria e emoção. O reconhecimento e a sensação do dever cumprido marcaram a entrega do Troféu Expressão 2011, em sua 9ª edição, oferecido às personalidades, empresas e entidades que mais se destacaram durante o ano de 2011, nos vários segmentos da sociedade, sejam eles econômicos, sociais, ambientais ou culturais.

Na foto abaixo, Rossana Perroti (Plataforma Sinergia) e Marilena Lavorato (Instituto Mais) comemoram a conquista.

O Salão Nobre do Hotel Slaviero, na Rua Rafael Balzani, 32, no centro de Guarulhos, foi palco no dia 15 de dezembro desta bonita festa.  Estiveram presentes para prestigiar a solenidade e os homenageados, o Deputado Eli Correia Junior e o Prefeito de Guarulhos, Sebastião de Almeida.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

PNRS - Politica Nacional de Resíduos Solidos

Hoje, na sede da ANR - Associação Nacional de Restaurantes, Marilena Lavorato, Presidente do Comitê de Sustentabilidade do Instituto MAIS participou do Workshop PNRS para restaurantes.
O workshop contou com abordagens distintas: Legislação sob o ponto de vista jurídico que foi apresentado pelo Dr. W Uemura, do escritório Dias e Pamplona Advogados; Ótica Social, com a participação de Eduardo Ferreira de Paula (Dudu), Vice-presidente do Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis;  Um Case Prático apresentado por Daniela Masson Lerario, especialista em reciclagem do Grupo Pão de Açúcar, e Estratégia Verde apresentado por Marilena Lavorato do Instituto Mais.

Marilena falou sobre Sustentabilidade, os 02 lados da mesma moeda para os associados presentes. Na foto ao lado, Marilena Lavorato do I+, Dudu do Movimento Nacional de Catadores e Alberto A. Lyra Jr, Diretor Executivo da ANR - Associação Nacional de Restaurantes.

A Politica Nacional de Resíduos Sólidos depois de tramitar mais de 20 anos foi finalmente aprovada e prevê o  correto gerenciamento de resíduos e o fim dos lixóes até 2014.

A Associação Nacional de Restaurantes é uma entidade que representcea empresários do setor de food service brasileiro – desde as maiores redes de franquia, até restaurantes independentes, cafés e quiosques – em suas relações com os poderes públicos, entidades de trabalhadores e junto à sociedade em geral. O Setor tem hoje um faturamento bruto anual de R$ 182 bilhões e que cresce a uma taxa três vezes superior ao PIB nacional. A ANR representa mais de 4.200 pontos de venda em todo o país, dos quais cerca de 800 em São Paulo, que empregam mais de 85 mil funcionários, 96% deles em contratações diretas.

O  Instituto MAIS colabora com a construção de massa critica em sustentabilidade participando de ações setoriais, publicas e privadas dos mais diversos setores e segmentos da sociedade, sempre levando informação de qualidade e conteúdos avançados. Para saber mais visite o site www.institutomais.org

domingo, 18 de dezembro de 2011

Você sabe o que é Cultura de Sustentabilidade?

Instituto MAIS foi objeto de pesquisa de um grupo de estudantes da Faculdade Anhembi Morumbi, que teve como finalidade a criação de uma peça de comunicação da ONG.  O Grupo criou uma agencia de comunicação (Agencia Kinnari) e fez todo planejamento estratégico identificando a importância da construção de uma Cultura de Sustentabilidade junto a sociedade e organizações.  

Com base neste fundamento, propôs a criação de um vídeo institucional onde a junção do saber e do querer fazer impulsionará as ações já desenvolvidas e ampliará horizontes tornando mais próximo o alcance do objetivo de propagar a importância do compartilhamento das boas práticas sustentáveis, missão principal do Instituto MAIS


O Video foi realizado por estudantes de Relações Públicas da Faculdade Anhembi Morumbi mostra o desconhecimento das pessoas sobre sustentabilidade, ao mesmo tempo em que mostra a opinião destas pessoas sobre a Cultura de Sustentabilidade em nosso país.

O Instituto Mais adota este vídeo para comunicar-se com seu publico alvo, pessoas fisicas e juridicas, mostrando a importância de compartilhar conhecimento e construir massa critica em sustentabilidade, para que a mesma, faça a transformação social que precisamos e construa a tão desejada e necessária cultura de sustentabilidade junto as organizações e sociedade.

Conheça as atividades do Instituto MAIS para 2012 clicando na imagem abaixo:

Mais informações no site www.institutomais.org